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Cervejarias de Bariloche: Onde Tomar Cerveja Artesanal

Por Gabriel & Dominique· · 17 min de leitura

Escrito por

Gabriel e Dominique

Casal brasileiro morando de motorhome na Patagônia argentina há 3 anos. Já vivemos em El Calafate, Ushuaia, San Martin de los Andes e Bariloche. Dominique é ultramaratonista de montanha e resgatista certificada, com 3 Patagonia Runs no currículo. Gabriel é apaixonado por trekking e alta montanha. E o Pacheco, nosso pug pretinho de 14 anos, viaja com a gente em cada aventura.

⚡ Resposta rápida

Bariloche concentra 28 cervejarias artesanais registradas e é considerada o berço do movimento no país, com produção estimada em 7 milhões de litros por ano segundo a ACAB. As clássicas são Blest (a primeira, de 1989), Berlina (eleita melhor da Argentina em 2017), Patagônia (no km 24,7 do Circuito Chico), Manush e Lowther. A forma mais gostosa de conhecer é seguir a Av. Bustillo do centro rumo à floresta, tomando uma em cada parada.

  • Blest fica na Av. Bustillo 3.850 e abre das 12h à 1h, todos os dias
  • Berlina tem 3 pontos: km 12, centro (Pueblo) e a fábrica em Colonia Suiza, a ~30 km, a mais maneira pra visitar com mais tempo
  • A água que entra na produção vem do degelo do Cerro Campanario, e a gente notou a diferença no copo, de verdade

A gente mora de motorhome pela Patagônia faz anos e já rodou esse circuito inteiro, do centro até a floresta de Colonia Suiza, inclusive com neve caindo do lado de fora. Bariloche produz cerca de 7 milhões de litros de cerveja artesanal por ano segundo a ACAB. O segredo de quem produz bem aqui não é slogan: é a água que desce do degelo do Cerro Campanario e vai direto pro tanque, limpa do jeito que a natureza deixou. Cervejarias como a Wesley usam isso a sério, e dá pra sentir no copo. Neste guia de cervejarias de Bariloche a gente conta onde tomar cerveja artesanal de verdade, o que cada lugar tem de diferente e como montar a rota pela Av. Bustillo sem errar a mão.

Índice

Por que Bariloche é considerada a capital da cerveja artesanal na Argentina?

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cervejarias de Bariloche: onde tomar cerveja artesanal, Cervejarias em Bariloche, Vale Liberdade Você anda pela Av. Bustillo, a estrada que margeia o Lago Nahuel Huapi, e vai passando por brewpub atrás de brewpub com vista pra montanha. Num momento você tá dentro de uma fábrica, no próximo tá na varanda com um pint na mão e neve caindo lá fora. É assim que as cervejarias de Bariloche funcionam: tomar cerveja artesanal aqui virou programa tão natural quanto o chocolate. A ACAB (Asociación de Cerveceros Artesanales de Bariloche) registra 28 cervejarias na região, com produção estimada em 7 milhões de litros por ano. Não é pouca coisa. O segredo começa na água. O degelo do Cerro Campanario e dos outros picos dos Andes chega pura e mole nas fábricas, e isso faz toda a diferença no processo. Cerveja boa começa com água boa, fica a dica. E olha, tem sotaque de imigração nessa história. Muita gente do centro da Europa chegou por aqui ao longo do século 20, e o gosto por chope escuro, bock e cervejas de estilo alemão veio junto com as famílias. Colonia Suiza, um vilarejo a 30 km do centro, é onde tudo começou de verdade. Hoje a cerveja divide o posto de cartão-postal gastronômico com o chocolate, e não é exagero nenhum. O frio ajuda, de verdade. O clima patagônico faz a fermentação ir mais devagar e controlada, e as fábricas misturam malte e lúpulo importado com produção local. O resultado é uma cerveja com identidade própria, bem diferente da industrial que a gente conhece no Brasil. Se você curte entender um lugar comendo e bebendo o que ele produz, essa é uma das melhores portas de entrada pra Bariloche.
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Dica do Vale Liberdade Peça uma "pinta" (pint) ou uma tábua de degustação com vários estilos pequenos. Assim você prova a Scottish, a Golden, a IPA e a Bock da mesma casa sem se comprometer com meio litro de uma que talvez você nem goste. A gente sempre faz assim. E fica o aviso de bolso: aqui a artesanal tem preço de brewpub europeu, não é o boteco baratinho do Brasil, então a tábua ainda ajuda a segurar a conta.

Quais cervejarias valem a visita (e o que cada uma tem)

cervejarias de Bariloche: onde tomar cerveja artesanal, Cinco Cervejarias para Conhecer em Bariloche (Atualizado 2025) - Vale Liberdade Se você perguntar pra qualquer morador de Bariloche onde tomar uma cerveja artesanal de verdade, cinco nomes vão aparecer sempre: Blest, Berlina, Patagônia, Manush e Lowther. Cada uma tem um perfil bem diferente, então dá pra escolher pela vibe que você quer, seja tradição, premiação ou aquela vista pro lago que faz qualquer cerveja descer mais gostosa.

Blest, a pioneira de 1989

A Blest tem um lugar especial na história: é a primeira cervejaria artesanal de Bariloche e uma das primeiras de toda a Argentina. Foi fundada em 1989 por Julio Migoya e Nicolás Silin, dois ex-funcionários da INVAP, que é a estatal de tecnologia da cidade. Curioso, né? O endereço principal fica na Av. Exequiel Bustillo 3.850, e abre das 12h à 1h todos os dias (confirme antes de ir, horários mudam por temporada). É a casa da tradição: chope escuro, comida de cervejaria alemã e aquele clima europeu que faz todo sentido numa cidade como Bariloche. Endereço: Blest no Google Maps

Berlina, a mais premiada

A Berlina foi fundada em 2004 pelos irmãos Bruno, Franco e Guido Ferrari, e é a mais premiada de Bariloche: levou o título de Melhor Cervejaria da Argentina na Copa Argentina de Cervezas 2017 e ficou em segundo lugar entre as melhores da América do Sul na South Beer Cup do mesmo ano. E tem um detalhe que a gente achou muito maneiro: o Bruno se formou como Braumeister (mestre cervejeiro) na VLB da Universidade Técnica de Berlim, sendo o mais jovem a se diplomar por lá na época. A unidade do km 12 fica na Av. Bustillo 11.750 e abre das 12h30 às 0h30 (confirme antes de ir, horários mudam por temporada). Endereço: Berlina km 12 no Google Maps

Patagônia, a da vista pro Lago Moreno

A Cervejaria Patagônia tem a locação mais surreal de todas. Fica no km 24,7 do Circuito Chico, cercada por 3 hectares de floresta patagônica, e tem um terraço debruçado sobre o Lago Moreno que deixa a gente sem falar nada por uns segundos. Abre das 12h à 0h todos os dias (confirme antes de ir, horários mudam por temporada). É a que mais lota, e olhando pro cenário, fica fácil entender por quê. Fica a dica: reserve mesa pro salão principal com antecedência; sem reserva você fica do lado de fora, mas dá pra comprar ficha no balcão e tomar em qualquer canto. E se cair um dia nublado com as montanhas nevadas ao fundo, a experiência é outra. Endereço: Patagônia no Google Maps

Manush, a queridinha do centro

A Manush é a mais fácil de encaixar em qualquer roteiro porque tem uma unidade na região da Rua Elflein, no centro, e outra na Av. Bustillo km 4. Costuma abrir das 12h30 às 2h30 (confirme antes de ir, horários mudam por temporada), então é boa pedida pra quem quer esticar a noite. Clima jovem, hambúrguer bom e cerveja que agrada tanto quem curte IPA quanto quem prefere algo mais leve. Endereço: Manush no Google Maps

Lowther, a mais pé no chão

A Lowther nasceu em 2011 e já começou no modo Patagônia raiz: a fábrica foi instalada em 4 de junho, no mesmo dia da erupção do vulcão Puyehue, e a primeira cerveja saiu só 16 dias depois, em 20 de junho. Hoje o pub da Rua Mitre 1.160 continua com esse clima pé no chão, bom pra quem quer tomar uma artesanal no centro sem pegar a Bustillo. É daquelas paradas que não dependem de vista cinematográfica para valer a visita. Lowther no Google Maps
Cervejaria Fundação Onde fica Horário Diferencial
Blest 1989 Bustillo 3.850 12h à 1h A primeira de Bariloche
Berlina 2004 Km 12 (Bustillo 11.750) 12h30 às 0h30 Melhor da Argentina em 2017
Patagônia sem data pública Circuito Chico km 24,7 12h à 0h Vista pro Lago Moreno
Manush sem data pública Centro (Elflein) e Bustillo km 4 12h30 às 2h30 Fácil no centro, fica aberta tarde
Lowther 2011 Mitre 1.160 (centro) 18h à 1h, ter, dom (confirme antes) Clima de pub no centro

A rota cervejeira pelo Circuito Chico, do centro à floresta

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A Av. Exequiel Bustillo sai do centro de Bariloche e vai se enfiando na floresta por 30 km à beira do Lago Nahuel Huapi. É o mesmo traçado do Circuito Chico, o passeio mais clássico da cidade, e quatro cervejarias artesanais ficam espalhadas pelo caminho, do km 4 ao km 30: Manush, Berlina, Patagônia e o Tap Room da Berlina em Colonia Suiza. Pra quem quer a rota completa de cerveja artesanal de Bariloche sem perder tempo, essa sequência já entrega tudo.

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A gente já fez esse trajeto de motorhome mais de uma vez, e a graça é justamente a combinação: trilhas e miradores pela manhã, o Cerro Capilla no meio do caminho é surreal de bonito —, parada de cerveja no meio do caminho, vista pro lago no fim de tarde. O traçado é linear, então ninguém fica voltando nem perdendo tempo. Você segue a estrada, para onde quiser e vai embora quando der.

A ordem sugerida, pra aproveitar com luz natural e sem correria:

  1. Km 4, Manush: começo leve, ainda pertinho do centro, ótima pro almoço.
  2. Km 12, Berlina: a mais premiada de todas, com uma carta de cervejas que dá preguiça de decidir. Parada obrigatória no meio do caminho.
  3. Km 24,7, Patagônia: a da vista pro Lago Moreno, perfeita pro fim de tarde com o sol baixando.
  4. ~Km 30, Colonia Suiza: o Tap Room da Berlina dentro da própria fábrica, fechando o rolê na floresta.

Quando a gente rodou esse trecho no inverno, foi surreal: parou num mirador nevado, respirou aquele ar gelado com o Cerro Catedral ao fundo, e logo depois entrou num brewpub aquecido pra tomar uma escura. Que demais. Fica a dica: reserva um dia inteiro só pra isso, sem pressa nenhuma, porque a estrada pede parada em cada curva.

"Do km 4 ao km 30, a Av. Bustillo vira uma trilha de cervejas: quatro paradas, um lago do lado e a floresta patagônica fechando o passeio."

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Dica do Vale Liberdade Se você não tem carro, o ônibus da linha 20 faz o Circuito Chico, mas não para na porta de todas as cervejarias e o intervalo entre horários é grande. Pra rota completa até Colonia Suiza, o mais tranquilo é alugar um carro por um dia ou fechar um tour com transfer. Assim quem dirige não precisa abrir mão de provar as cervejas.

Fábrica ou brewpub? Onde tomar direto da fonte

Essa confusão a gente vê sempre, e é fácil de entender. Brewpub é o bar-restaurante onde você senta, come e bebe bem. Mas a cerveja pode não ter sido feita ali. Tap room de fábrica é outra coisa: é o espaço aberto ao público dentro da própria produção, onde você vê os tanques de perto e toma o chope no lugar onde ele nasceu. A Berlina é o melhor exemplo, porque tem os três formatos ao mesmo tempo. A Berlina mantém três pontos em Bariloche: a unidade do km 12, na Bustillo 11.750, um brewpub de estrada; a Berlina Pueblo, no centro, mais para quem não quer se deslocar muito; e o Tap Room em Colonia Suiza, dentro da fábrica, a 30 km do centro, cercado de floresta patagônica. É lá que a produção acontece de verdade. Fica a dica: leve dinheiro em espécie pro tap room de Colonia Suiza, porque nem sempre tem máquina de cartão rodando, e olha que ninguém costuma dar atenção a esse ponto, que é justamente o mais maneiro pra quem quer entender o que está bebendo. A Blest também tem unidades distintas, e a casa principal na Av. Bustillo 3.850 é o grande brewpub deles. Vale saber disso antes de sair de casa. Se o objetivo é ver tanque, mangueira e mestre cervejeiro na ativa, você quer o tap room de fábrica. Se a ideia é jantar bem com uma boa cerveja e vista pro lago, o brewpub resolve. E tem um detalhe histórico que quase ninguém conta. A Blest começou em Colonia Suiza, em 1989, num lugar chamado Trébol de Colonia Suiza. É a mesma região onde a Berlina montou a fábrica anos depois. Ou seja, o vilarejo mais afastado do circuito é, na prática, o berço da cerveja artesanal de Bariloche. Fechar o rolê tomando uma no tap room de lá é como voltar ao ponto onde tudo começou. Surreal.
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O que vestir em Bariloche?

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Cerveja no inverno: como é tomar chope com neve caindo

Neve do lado de fora, chope na mão e a janela embaçando de tanto calor dentro. Tomar cerveja artesanal em Bariloche no inverno tem um clima que é difícil de descrever. Antes de ir, fica a dica prática: entre a temporada de ski (junho a setembro) e o verão, os horários das cervejarias variam bastante, então confirme antes de sair. No frio, muitas casas fecham os terraços com vidro ou instalam domos aquecidos, e aí você fica olhando a neve cair enquanto segura o chope quentinho por dentro. A Domi tem um bordão pra esses momentos. Quando o lugar é bonito demais, ela solta "eu não tenho maturidade para esse lugar", e em Bariloche no inverno ela disse isso umas três vezes. Porque é difícil ficar de boa, sabe? Você tá sentado, a neve cai lá fora pelo vidro, e uma cerveja escura, tipo uma Bock ou uma Scottish, aquece diferente. É surreal no bom sentido. A logística muda um pouco no inverno, galera. Alguns tap rooms mais afastados, como o de Colonia Suiza, podem ter horário reduzido nos meses de neve, e a estrada até lá pede atenção. Se você vai em julho, confere a temperatura em Bariloche antes, porque às vezes a neve pega a Av. Bustillo. Não é perrengue nenhum, mas sair mais cedo e dirigir com calma resolve. Pra entender melhor o clima da estação, vale ver também o post sobre quando neva em Bariloche.
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Dica do Vale Liberdade No inverno, chegue nas cervejarias com vista (como a Patagônia, no km 24,7) ainda com luz do dia, lá pelas 16h, pra pegar o pôr do sol sobre o Lago Moreno antes de escurecer. Depois das 18h no inverno já é noite, e você perde a paisagem que é metade do passeio.
Bariloche não é só cerveja, claro. Se você quer combinar essas paradas com trilhas, miradores e os melhores passeios, dá uma olhada no que a gente reuniu sobre o que fazer em Bariloche e sobre a melhor época para ir. E se a ideia é fazer trekking de verdade pela Patagônia argentina, a gente leva grupos pela região o ano todo, unindo montanha, comida e, claro, uma boa cerveja no fim do dia.

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Conclusão

Se fosse pra montar o dia perfeito, a ordem que mais rende é essa: começa no centro no almoço, num pub tranquilo tipo Manush ou Lowther; pega a Av. Bustillo à tarde e vai subindo de km em km; deixa a do km 24,7 pro fim de tarde, quando o sol bate no Lago Moreno; e fecha a noite lá no fundo, em Colonia Suiza, no tap room dentro da fábrica, que é onde tudo começou em 1989. Primeira à última, é assim que a estrada pede pra ser feita. Fica a dica: reserva o dia inteiro, sem pressa nenhuma, e já decide na largada quem vai ser o motorista da rodada, porque no fim alguém tem que dirigir de volta, e melhor combinar isso sóbrio. Pra planejar o resto da viagem, a gente reuniu Bariloche fora do óbvio num e-book com os cantos que só quem mora aqui conhece. E se quiser explorar a Patagônia argentina na trilha com a gente, é só chamar no grupo de trekking, que a cerveja no fim do dia já entra no combo.
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❓ Perguntas frequentes sobre as cervejarias de Bariloche

Precisa reservar mesa nas cervejarias de Bariloche?

Na maioria dá pra chegar e sentar, principalmente fora da temporada. O negócio é que nas mais badaladas, tipo a Patagônia no km 24,7 e a Berlina do km 12, em julho (temporada de ski) e nas noites de sexta e sábado a fila é certa. Se for em grupo ou quiser aquela mesa com vista pro Lago Moreno, liga antes e garante. Vale muito a pena.

Dá pra fazer a rota cervejeira sem carro próprio?

Dá, mas embola. As do centro (Manush na Elflein, Lowther na Mitre) você faz a pé numa boa. Pras da Av. Bustillo é que complica: pode esquecer Uber, que em Bariloche não pega, o esquema é rádio-táxi e remis, que você chama por telefone ou pelos apps locais de táxi da cidade. Cada pulo de uma cervejaria pra outra é uma corrida curta, mas do km 4 até o km 24,7 elas vão somando, então já separa uma grana só pro transporte. Se for pra beber de verdade, ainda compensa mais que dirigir preocupado.

Cervejaria em Bariloche é lugar pra ir com crianças?

Sim, as grandes funcionam como restaurante de família mesmo. Patagônia, Berlina e Blest têm cardápio completo, área ampla e, no caso da Patagônia, 3 hectares de floresta pra criança correr à vontade. Não é balada, é brewpub com almoço e jantar. A gente já viu muita família com filho pequeno nesses lugares no meio da tarde, de boa.

Quantos dias preciso pra conhecer as cervejarias de Bariloche?

Pra sentir a cena dá pra fazer em 1 dia bem puxado: uma no centro no almoço, duas ou três pela Av. Bustillo à tarde e noite. Com mais calma, o ideal são 2 dias, um pela cidade e outro dedicado à rota do Circuito Chico até Colonia Suiza. Quer visitar fábrica e ver a produção de perto? Reserve uma manhã só pra isso, fica a dica.

E a volta depois de beber, como faz?

Esse é o ponto que mais complica. A Av. Bustillo é estrada, tem trechos escuros e a fiscalização de álcool na Argentina é séria mesmo. Combine motorista da rodada, use aplicativo de transporte ou feche um tour com transfer. A gente roda de motorhome e mesmo assim, em dia de cerveja, quem dirige toma refrigerante. Fica a dica.

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