Dominique em um deck com vista para o Lago Nahuel Huapi e a orla de Bariloche ao fundo.

Mapa de Bariloche: Regiões, Bairros e Principais Passeios

Por Gabriel & Dominique· · atualizado em · 16 min de leitura

Escrito por

Gabriel e Dominique

Casal brasileiro morando de motorhome na Patagônia argentina há 3 anos. Já vivemos em El Calafate, Ushuaia, San Martin de los Andes e Bariloche. Dominique é ultramaratonista de montanha e resgatista certificada, com 3 Patagonia Runs no currículo. Gabriel é apaixonado por trekking e alta montanha. E o Pacheco, nosso pug pretinho de 14 anos, viaja com a gente em cada aventura.

⚡ Resposta rápida

No mapa de Bariloche, tudo se organiza a partir do Centro Cívico e de duas avenidas que correm paralelas ao Lago Nahuel Huapi: a Avenida Bustillo, com 25 km na beira do lago, e a Av. de los Pioneros, cerca de 1 km acima na encosta. A zona norte concentra os lagos e circuitos; a zona sul, as montanhas e trilhas como Cerro Catedral, a 19-20 km do centro.

  • Avenida Bustillo: do km 0 (Centro Cívico) ao km 25 (Llao Llao), na margem do Nahuel Huapi
  • Cerro Campanário no km 17-18; Colônia Suiza no km 20; trilha do Refúgio López no km 22,5
  • Lago Nahuel Huapi: 557 km², 76 km de comprimento e 7 braços. Surreal ver o tamanho real do lago do alto do Campanário.

Quando a gente chegou em Bariloche e abriu o mapa pela primeira vez, a reação foi: "caraca, por onde começa isso?" Vinte e cinco quilômetros de Avenida Bustillo grudada na beira do Nahuel Huapi, zona norte, zona sul, e o lago de 557 km² que parece não ter fim. A lógica existe, só não é óbvia logo de cara. Tudo parte do Centro Cívico, km 0 de qualquer coisa, e de lá a Bustillo vai esticando até o Llao Llao. A gente entendeu de verdade esse mapa de Bariloche quando foi morar três meses na Vila Campanário, numa casa toda de madeira, tipo hobbit, com o mato do lado de fora. Aí ficou claro: saber onde cada coisa fica vale mais do que qualquer lista de passeios solta.

Bora lá desenhar a cidade na sua cabeça. Quando a lógica das regiões bate, o planejamento fica muito mais fácil. É só encaixar cada passeio no dia certo e partir.

Índice

Como Bariloche se organiza no mapa?

Fotos nossas em Bariloche

Beira do Nahuel Huapi na saída do centro. É esse eixo de lago e avenida que ajuda a entender a lógica da cidade.
Vista de montanha em Bariloche com vale profundo e braços do Lago Nahuel Huapi ao fundo.
Quando a gente sobe para a zona sul, o mapa muda de escala. Refúgios, vales e braços do lago ficam muito mais claros vistos do alto.
Gabriel, Dominique e uma familiar no aeroporto de Bariloche na área de embarque.
Chegada pelo aeroporto de Bariloche. Ele fica a 13,5 km do Centro Cívico e já ajuda a posicionar o começo da viagem no mapa real.

Se o mapa de Bariloche parece confuso de início, fica tranquilo, a gente também levou um tempo. O segredo é entender duas coisas: tudo parte do Centro Cívico, o km 0, e dali saem duas avenidas paralelas que correm na beira do Lago Nahuel Huapi. A Avenida Bustillo tem 25 km e vai até o Llao Llao sempre de frente pra água. A Av. de los Pioneros corre um pouco acima, na meia encosta, do km 0 até uns km 8. Guardou essas duas linhas? Você já tem Bariloche na cabeça.

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A diferença entre as duas é bem prática, e quase nenhum guia explica isso pra brasileiro. A Bustillo é a avenida do lago: você dirige vendo a água o tempo todo, e é nela que ficam as praias, os miradores e os pontos turísticos. A Pioneros é a avenida da encosta: fica na mesma altitude de quem vai subir trilha, é mais residencial e um pouco mais fria à noite. A gente morou na Vila Campanário, que fica justamente na Pioneros, e a graça era essa. Dormir lá em cima, pertinho de onde começam as subidas, e descer pra Bustillo só quando queria o lago.

O centro em si é compacto. O Centro Cívico, a rua Mitre, as chocolaterias e os restaurantes cabem numa caminhada de 15 minutos. A gente ficou um ano malhando na academia que fica em cima de uma chocolateria. Tortura deliciosa. É o lugar de resolver a vida, comer bem e pegar ônibus. Fora do centro, tudo passa a ser medida de "km da Bustillo": quando um argentino diz "fica no km 17", ele tá falando o quilômetro da avenida, e você vai ouvir isso o tempo todo por aqui.

E os bairros? Alguns nomes você vai ouvir direto, então bora situar os principais. O Centro é onde tudo acontece: Centro Cívico, rua Mitre, chocolate e ônibus na mesma caminhada. Colado nele, subindo a encosta atrás da cidade, fica Las Victorias, um bairro residencial cheio de mirador e vista pro lago. Seguindo pela Bustillo, o Bariloche Chico (lá pelos km 6-8) é a área mais chique, de casas de madeira e hotéis pertinho da água. E o Melipal, um pouco mais adiante (km 9-13), é bairro tranquilo de beira de lago, com praia e aquele clima de quem mora longe do corre-corre. Cada um tem sua vibe, e saber onde ficam já ajuda demais na hora de escolher onde dormir.

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Dica do Vale Liberdade Fica a dica: use os ônibus como referência de mapa. A linha 20 vai até Cerro Catedral e a 10 até Colônia Suiza, as duas passando pela Bustillo. Se você sabe por qual km cada uma passa, se localiza sozinho mesmo sem carro. Só confirme os horários no terminal, porque mudam por temporada.

Avenida Bustillo km a km: o que dá pra parar no caminho

A Bustillo é basicamente Bariloche inteira numa rua só. Do km 0 ao km 25, com o Lago Nahuel Huapi sempre do lado, você passa por praia, mirador, vilarejo de imigrantes suíços e o Llao Llao sem precisar voltar ao centro entre uma parada e outra. Fica a dica: não vale ir e vir pra cada ponto. Sobe a Bustillo parando de km em km e você ganha o dia inteiro.

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Playa Bonita no km 8 tem aquela areia clara típica de lago, boa pra uma parada rápida antes de continuar. O Cerro Campanário, no km 17-18, é o mirador mais famoso da cidade. A Colônia Suiza, no km 20, é um vilarejo de imigrantes suíços onde rola o curanto, aquela comida cozida embaixo da terra, às quartas e aos domingos (confirmar antes de ir, dias mudam por temporada). Aí você segue até o km 25 e chega no Llao Llao.

Km da Bustillo Ponto O que é
km 0Centro CívicoCoração da cidade, comércio e ônibus
km 8Playa BonitaPraia de lago, parada rápida
km 17-18Cerro CampanárioMirador clássico, mas vai a pé que vale mais
km 20Colônia SuizaVilarejo suíço, curanto
km 22,5Trilha Refúgio LópezInício da subida de altitude
km 25Llao LlaoHotel-ícone, bosques e mirador

O Campanário é a melhor foto por menos esforço da cidade. No topo, 1.050 m de altitude. A aerosilla (cadeirinha) faz os 640 m de extensão em 7 minutos saindo da estação de baixo, a 770 m. Prefere subir a pé? São uns 215 m de desnível, de 30 a 45 minutos. A gente foi de perna mesmo e valeu cada metro: lá de cima o Nahuel Huapi se abre em vários braços e você entende na hora por que todo mundo compara Bariloche com a Suíça. Só confirma os horários da aerosilla antes de ir, porque mudam por temporada.

"Do km 8 ao km 25, a Bustillo entrega praia, mirador, vilarejo suíço e o Llao Llao sem você sair da beira do lago."

Zona norte x zona sul: como dividir o roteiro

No mapa de Bariloche, a divisão que mais ajuda a organizar os dias é essa: norte ou sul. O norte é a terra dos lagos, da paisagem que parece Suíça e do ritmo mais tranquilo, com a Rota dos Sete Lagos levando até San Martín de los Andes lá pelos 226 km. O sul é outra energia: é onde estão as montanhas de verdade, o Cerro Catedral a 19-20 km, o Cerro Tronador a 90 km e El Bolsón a ~120 km pela Ruta 40. Cada zona vira um tipo de dia completamente diferente.

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Pensa assim: dia de lago, mirador e cafezinho com vista? Norte, pela Bustillo e pelos circuitos. Dia de bota, mochila e ganhar altitude? Sul. Essa separação ajuda demais porque os dois lados pedem preparo diferente. No norte você anda de carro e vai parando nos pontos; no sul você caminha horas a fio e precisa de roupa certa e comida na mochila. Não dá pra misturar sem sair exausto.

Um erro clássico é tentar espremer Tronador e Catedral no mesmo dia só porque "os dois são montanha". No mapa de Bariloche eles até parecem próximos, mas não são. O Cerro Catedral é bate-volta rápido, a 19-20 km. O Tronador, a 90 km, come um dia inteiro, com estrada de cascalho de mão única em horário controlado. E El Bolsón, a 120 km, já é praticamente outro destino, com feira hippie e clima bem mais quente. Cada um merece o próprio dia.

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Dica do Vale Liberdade Alterne as zonas no roteiro pra não morrer de cansaço. Um dia norte (lago e circuito, mais leve) depois de um dia sul (trilha pesada de refúgio) dá pro corpo respirar. A gente sempre encaixava um dia de Circuito Chico depois de uma subida forte de refúgio, e funcionava demais.
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Circuito Chico, Circuito Grande e Tronador: três passeios, três tamanhos de dia

Quando a galera pergunta "o que fazer de carro em Bariloche?", a resposta são esses três. Mas o tamanho de cada um engana muita gente, então vamos direto: o Circuito Chico dá uns 65 km de ida e volta saindo do centro (o percurso em si tem uns 24-25 km, entre o km 18 e o km 43 da Bustillo). O Circuito Grande soma 241 km, com 60 km de cascalho. E o Tronador fica a 90 km, dia inteiro à parte. Saber isso antes de sair evita aquele perrengue clássico de chegar no meio do caminho e descobrir que é mais dia do que você planejou.

O Circuito Chico é o mais fácil de encaixar: cabe numa manhã de carro, com paradas no Campanário, no Bar da Patagônia, no ponto Panorámico e no Llao Llao. Mas tem uma confusão que aparece toda hora: existe o Circuito Chico de carro, essa volta de estrada, e o Circuito Chico a pé, uma trilha de uns 13 km que a Domi adora pra correr, com o Mirador do Cerro Capilla. Mesmo nome, coisas completamente diferentes. Fica a dica: cheque bem qual você está reservando antes de chegar lá.

O Circuito Grande é o irmão longo dos três: 241 km que puxam pra zona de Villa La Angostura e Confluencia, com aqueles 60 km de cascalho pedindo calma e, de preferência, tempo bom. Já o Cerro Tronador, o gigante de 3.470 m na fronteira com o Chile, é um estratovulcão extinto e o ponto mais alto que você alcança de carro por aqui. A estrada pra ele é de mão única com horários de subida e descida controlados, justamente por ser bem estreita. Os horários e a condição da estrada mudam bastante, fica a dica: confirme antes de sair de Bariloche.

"Circuito Chico: ~65 km ida e volta. Circuito Grande: 241 km. Tronador: 90 km só de ida. Três passeios, três tamanhos de dia."

As trilhas e refúgios de altitude (zona sul)

Na zona sul ficam dois refúgios de altitude, a poucos quilômetros do centro: o Frey a 1.700 m e o López a 1.670 m, cada um com sua distância, seu desnível e sua personalidade. Agora, a parte pessoal: o Gabriel já subiu o López umas 20 vezes, só pra tomar café lá em cima com essa vista. E um montanhista argentino que a gente encontrou no topo uma vez jurou que era a melhor vista que ele conhecia em toda a Patagônia. A gente não vai discutir.

No mapa, os dois começam em pontos diferentes. O Refúgio López sobe direto da Av. Bustillo no km 22,5, então é o mais fácil de encaixar num dia de Circuito Chico: 8 km e 800 m de desnível. O Cerro Catedral, base do Refúgio Frey, fica 19-20 km ao sul e é um desvio à parte: 11 km de trilha, 836 m de desnível e umas 4 horas de subida.

De quem faz essas trilhas, um aviso honesto: elas são lindas, mas são sérias. O Frey no inverno vira uns 24 km reais na neve com raquetes, e do km 6 ao km 10 é onde, como dizem por aqui, "divide menino de homem". A Domi, que é resgatista de montanha, sempre bate na tecla: sair cedo, com as condições certas, comida, água e, nas de inverno, um comunicador satelital como o SPOT, que manda localização mesmo sem internet. É o que faz a diferença entre um dia inesquecível e um perrengue de verdade. É exatamente esse tipo de trilha que a gente leva grupos pra fazer com segurança na Patagônia.

Refúgio Altitude Distância Desnível Saída
Frey1.700 m11 km836 mCerro Catedral
López~1.670 m8 km800 mBustillo km 22,5
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Dica do Vale Liberdade Reserve pelo site do Club Andino Bariloche com antecedência: as vagas somem na alta temporada. E saia cedo. No Frey no inverno você pode ter 8 horas de caminhada pela frente, então comece de manhã pra não descer no escuro na neve.

O Lago Nahuel Huapi muda de cara

O Lago Nahuel Huapi é o fio que costura todo o mapa de Bariloche: 557 km² de superfície, 76 km de comprimento máximo e 7 braços espalhados pela paisagem. E aqui vai o segredo que quase ninguém conta: o mesmo lago muda de cara conforme o braço que você olha. No Circuito Chico ele é aberto e alpino. Em Puerto Blest, fechado por floresta valdiviana, parece que você entrou em outro mundo.

Essa mudança é real e vale um passeio inteiro. A cara mais famosa é a que você vê da Bustillo e do Campanário: água azul, montanhas ao fundo, cara de Suíça mesmo. Já Puerto Blest, no braço oeste, você só alcança de barco saindo de Puerto Pañuelo (pertinho do Llao Llao). De lá, a vegetação vira selva fechada, úmida, com cachoeiras e uma luz completamente diferente. É como sair da Patagônia seca e entrar numa floresta de chuva sem trocar de lago. Surreal, de verdade.

Pros braços do norte, o lago encosta em Villa La Angostura e no caminho dos Sete Lagos, com aquela paisagem de bosque e casinhas. Fica a dica: quer o lago cartão-postal? Fica no Circuito Chico. Quer o lago selvagem e escondido? Reserva o barco pra Blest, mas confirma os horários antes de sair porque variam por temporada e pelo nível da água.

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Fechando o mapa

Com as duas avenidas paralelas na cabeça, a divisão norte x sul e os três circuitos, você já monta seu roteiro sem precisar de ninguém desenhando pra você. O negócio é que o mapa de Bariloche é simples quando alguém que morou lá explica a lógica, e é isso que faz cada dia render mais.

Se quiser pular a parte de quebrar a cabeça com logística, a gente reuniu nossos cantos favoritos fora do óbvio num e-book de Bariloche, e leva grupos de brasileiros pra fazer as trilhas da zona sul com a gente na Patagônia. Chama no WhatsApp que a gente te conta como funciona. Bora que vamos.

❓ Perguntas frequentes sobre mapa de Bariloche: regiões, bairros e principais passeios

Preciso alugar carro para conhecer Bariloche pelo mapa?

Não é obrigatório, mas ajuda muito. A Avenida Bustillo tem linha de ônibus (a 20/Catedral e a 10/Colônia Suiza) passando pelos marcos principais, então dá pra fazer Playa Bonita, Campanário e Llao Llao de transporte público de boa. Fica a dica: confirma os horários antes de sair, porque mudam bastante por temporada. Já Cerro Catedral (19-20 km ao sul), Tronador (90 km) e El Bolsón (120 km) rendem muito mais com carro ou passeio contratado.

Quantos dias preciso para cobrir as regiões do mapa de Bariloche?

Pra sentir o básico sem correria, de 4 a 5 dias. Um pro Circuito Chico e a Bustillo (Campanário, Colônia Suiza, Llao Llao), um pra Cerro Catedral, um pra uma trilha de refúgio tipo López ou Frey, um pra Tronador ou Puerto Blest de barco, e uma folga pro centro. Com 3 dias dá, mas aí você escolhe: ou a zona norte dos lagos ou a zona sul das montanhas. Não tem como abraçar tudo, e tudo bem.

Onde é melhor se hospedar em Bariloche: centro ou beira do lago?

Depende do seu ritmo. O centro (Centro Cívico) é prático pra comer, resolver pendência e pegar ônibus, mas é mais movimentado. A Avenida Bustillo, na beira do Nahuel Huapi, tem aquela vista de lago e é mais tranquila, mas você depende de carro ou ônibus pra tudo. A gente morou na Vila Campanário, na Av. de los Pioneros, encosta acima da Bustillo uns 1 km, e curtiu muito ficar pertinho das trilhas sem o corre-corre do centro.

Bariloche é bom para ir com crianças usando esse mapa de regiões?

Muito. A zona norte é a mais família: o Cerro Campanário sobe de teleférico em 7 minutos, a Playa Bonita é praia de lago ótima pra criançada, e o Circuito Chico dá pra fazer de carro com paradas curtas. A zona sul, das trilhas de altitude tipo Frey e López, já pede pernas mais firmes e criança um pouco maior. A gente até montou um roteiro pensado pra quem viaja com a família se quiser dar uma olhada.

Qual a melhor época pra ir a Bariloche e mudar o roteiro no mapa?

No inverno (junho a setembro) o forte é a zona sul: o Cerro Catedral vira a maior estação de ski do Hemisfério Sul, com 1.200 ha e mais de 60 pistas, confirme o número no site do Catedral. No verão e na primavera brilha a zona norte, com os lagos, o Circuito Chico e a Rota dos Sete Lagos abertos. A estrada do Tronador e alguns trechos de cascalho ficam bem mais tranquilos fora do inverno, mas vale confirmar as condições antes de sair.

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