bariloche em março: Trilheiro no cume de montanha em Bariloche com vista panorâmica do Lago Nahuel Huapi e ilhas ao fundo, Patagônia argentina

Bariloche em Março: Clima de Fim de Verão e O Que Fazer

Por Gabriel & Dominique· · 17 min de leitura

Escrito por

Gabriel e Dominique

Casal brasileiro morando de motorhome na Patagônia argentina há 3 anos. Já vivemos em El Calafate, Ushuaia, San Martin de los Andes e Bariloche. Dominique é ultramaratonista de montanha e resgatista certificada, com 3 Patagonia Runs no currículo. Gabriel é apaixonado por trekking e alta montanha. E o Pacheco, nosso pug pretinho de 14 anos, viaja com a gente em cada aventura.

⚡ Resposta rápida

Bariloche em março é fim de verão na Patagônia argentina: as máximas caem de ~20,6°C no dia 1 para ~16,1°C no dia 31, com ~6 dias de chuva no mês. É época sem neve, com trilhas abertas, lagos navegáveis e bem menos gente que em janeiro. Quem quer esqui precisa esperar o inverno. Quem quer trekking e barco, março é uma das melhores janelas do ano.

  • Máxima média do mês perto de 18°C; mínimas entre ~6,7°C e ~4,4°C
  • Luz do dia cai de 13h01 (1/mar) para 11h38 (31/mar), ainda dá pra dois passeios num dia
  • Cerro Catedral sem neve: teleférico limitado, mas as trilhas rolam soltas. O Refugio Frey tem umas 3 a 4h de subida e a gente garante: a vista lá de cima paga cada pedrinha no caminho.

Em março a montanha de Bariloche ainda está toda aberta, o lago tem aquela cor absurda de azul do verão e o centro respira diferente: filas menores, vento mais fresco e a temperatura caindo devagar, de 20,6°C no começo do mês até ~16,1°C no dia 31. São ainda 13 horas de luz sobrando pra encaixar dois passeios no mesmo dia. A gente mora de motorhome pela Patagônia há 3 anos e Bariloche em março é, sinceramente, um dos nossos meses favoritos: o calor de janeiro afrouxa, as filas dos passeios somem e a montanha continua toda acessível. É quando a Domi corre as provas de trail mais pesadas da região e a gente roda de camper pela Av. Bustillo e pela Rota dos 7 Lagos sem aquele aperto de alta temporada.

Só que março tem uma pegadinha que quase ninguém explica: ele muda de cara do começo pro fim. Bora lá destrinchar o clima real, o que fazer sem neve, a verdade sobre o outono colorido e como se planejar direitinho.

📌 Índice

Como é o clima em Bariloche em março?

Bariloche em março é daquele jeito que a gente ama: sol gostoso de dia, casaco obrigatório de noite. As máximas ficam entre 20°C no começo do mês e 16°C no fim, e as mínimas descem de uns 7°C pra 4°C ao longo de março, segundo os dados históricos do WeatherSpark. Chuva? Pouca coisa: cerca de 6 dias no mês, somando uns 57 mm. É o fim do verão patagônico: sem aquela friagem pesada do inverno, mas já dá pra sentir o outono chegando.

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bariloche em março: Vista panorâmica de Bariloche e o Lago Nahuel Huapi fotografada do alto da encosta pedregosa do Cerro Otto, com trilheiro ao centro

O detalhe que pega muita gente de surpresa é a amplitude térmica dentro do mesmo dia. Bariloche fica a 893 m de altitude, bem encostada nos Andes, e isso faz o termômetro pular bonito. Ao meio-dia com sol você anda de camiseta tranquilo. Às 19h, quando o sol some atrás do Cerro Catedral, cai fácil pra 5 ou 6 graus. A gente já saiu de bermuda pra uma trilha e voltou de gorro no mesmo passeio. Perrengue climático clássico, mas nada que assuste. Se quiser ver o comparativo mês a mês com calma, deixamos tudo neste guia de temperatura em Bariloche.

A chuva de março não é aquela chuvarada pesada do inverno, não. São pancadas rápidas, muitas vezes no fim da tarde, que passam logo e devolvem o céu azul. O céu vai fechando aos poucos ao longo do mês: a cobertura de nuvens sobe de 32% lá no começo pra 47% no fim. Nada que estrague a viagem. Mas muda a foto e a sensação térmica, fica a dica.

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Início x fim de março: qual metade combina com você?

Início e fim de março são quase dois meses diferentes em Bariloche, e a gente fala isso porque viveu os dois. A primeira metade ainda é verão pleno: máxima perto de 20°C, 13 horas de luz e movimento de temporada. A segunda já é pré-outono de verdade: máxima na casa dos 16°C, 11h38 de luz no dia 31, são 1h23 a menos de sol no mês, e o outono astronômico começa oficialmente em 20 de março. Escolher a metade certa muda a experiência inteira.

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bariloche em março: Pessoa em trilha estreita entre rochas, com vale arborizado e formações montanhosas ao fundo em Valle Encantado.

Se você curte calor, banho de lago e dia comprido pra esticar os rolês, mira a primeira quinzena. O Nahuel Huapi ainda tá na melhor temperatura pra molhar o pé, e com 13 horas de luz dá pra fazer trilha de manhã e barco de tarde sem correria. É também quando ainda tem galera de férias por aí, então já vai reservando hospedagem e passeios antes, essa época esgota rápido. Fica a dica.

Se você prefere friozinho gostoso, menos gente e o começo daquelas cores mudando na montanha, vai de segunda quinzena. Depois do dia 20, a Patagônia vira a chave: o ar fica mais seco de manhã, a luz do fim de tarde fica toda dourada e os passeios ficam bem mais vazios. Que demais. A contrapartida é que a noite chega mais cedo, então organiza o dia pra terminar a última trilha antes das 19h.

Quando Máxima média Luz do dia Melhor pra
1 a 15/mar ~20°C ~13h calor, lago, dia longo
16 a 31/mar ~16°C ~11h40 menos gente, ar de outono

O que fazer em Bariloche em março (sem neve)

Sem neve, Bariloche em março fica com um charme diferente: o clima estável, a trilha seca e bem menos gente disputando os mesmos miradores. A galera que vem em janeiro mal consegue estacionar no Cerro Campanario. Em março você para, olha pro lago e já era.

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bariloche em março: Trilheiro subindo a encosta de pedra do Cerro Otto com vista do Lago Nahuel Huapi e Bariloche em dia de céu limpo na Patagônia argentina

O Cerro Campanario é onde a gente manda todo mundo que chega pela primeira vez. Do cume você vê o Lago Nahuel Huapi, o Lago Moreno, a península e a cordilheira tudo de uma vez, lá de uns 1.050 m de altitude. A National Geographic chegou a eleger essa vista entre as mais bonitas do mundo, e a gente não discute. A aerossilla sobe em 7 minutinhos. Quem quer se mexer pode subir a trilha a pé em uns 30 minutos, que é bem tranquilo.

O passeio de barco pelo Lago Nahuel Huapi é o rolê mais gostoso pra um dia de sol de março. Os catamarãs saem do Puerto Pañuelo, na Av. Bustillo km 25, e vão até a Isla Victoria e o Bosque de Arrayanes, aquele bosque de árvores cor de canela que dizem ter inspirado o Bambi da Disney, quando a Domi chegou lá a primeira vez ela disse que "não tem maturidade pra esse lugar", e a gente entende. Tem uma casa de chá dentro do bosque com mil-folhas de doce de leite que confirma o diagnóstico. Fica a dica de quem aprendeu na marra: se você enjoa em barco, toma um remédio antes. A Domi não se dá nada bem com balanço, e essa é uma lição que ela não esquece.

Já o Circuito Chico é o passeio que a gente mais faz de camper. São uns 65 km de estrada colada nos lagos, com miradores no caminho, o Bar da Patagônia pra um café (reserve o salão principal com antecedência, que enche) e um monte de paradas que você inventa na hora. Dá pra rodar em 3 horas com pressa ou esticar pra 5 com calma. E a luz dourada de março às 19h deixa tudo ridículo de bonito. Detalhamos parada por parada no nosso guia do Circuito Chico. E se quiser o cardápio completo da cidade, tem tudo mastigado no artigo sobre o que fazer em Bariloche.

Endereços úteis pra jogar no mapa: Cerro Campanario, Puerto Pañuelo e Bar da Patagônia. Se tiver chovendo, plano B de boa: centro cívico, a Catedral de San Carlos e as chocolaterias da rua Mitre resolvem qualquer tarde cinza.

"Em março a gente faz o Circuito Chico de 65 km sem trânsito e ainda para pra ver a luz dourada às 19h. É o mesmo passeio de janeiro, com metade da gente."

Vai pegar o outono colorido? A verdade sobre a folhagem

A gente fala isso pra todo mundo que pergunta: março ainda não é o outono das fotos famosas. O outono astronômico começa em 20 de março, mas o pico de folhagem das lengas e dos choupos, aquele laranja e vermelho absurdo que a galera posta nas redes, só aparece de meados de abril a meados de maio. Em março as cores começam a virar, uns tons de amarelo aparecem aqui e ali, especialmente no fim do mês. O espetáculo todo? Ainda não.

Se o seu sonho é a Patagônia toda vermelha e dourada, você precisa mirar em abril ou maio, não março. A gente já viu muita gente chegar aqui esperando aquela imagem que roda na internet e encontrar a montanha ainda verde. Não é que março seja feio, longe disso. É que o timing das cores é outro. Deixamos o comparativo completo no guia de outono em Bariloche.

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Fica a dica do Vale Liberdade Quer o melhor dos dois mundos? Vá no fim de março, a partir do dia 20. Você pega as primeiras cores mudando, dias ainda com cerca de 11h40 de luz e temperatura boa, sem precisar esperar o pico de maio.

O que março entrega de sobra: céu limpo entre uma pancada e outra, luz de fim de tarde linda nos lagos e trilhas com movimento bom. Se você não tá caçando especificamente o outono vermelho, não precisa mudar nada na viagem. Só ajusta a expectativa pra não chegar esperando um cenário que aparece semanas depois. Tá tudo em paz.

Trilhas e trail running: a temporada ativa do Catedral

Março é a época do ano em que o Cerro Catedral pertence às trilhas, não às pistas de esqui. A neve foi embora, as trilhas abriram e o clima tá no ponto certo pra caminhar sem morrer de calor ou de frio. A grande missão da temporada é o Refugio Frey: uns 10 km saindo de Villa Catedral, 1.700 m de altitude, 3 a 4 horas de subida e aquela chegada numa lagoa cercada de torres de granito que a gente nunca cansa de ver. A janela boa vai de novembro a maio.

bariloche em março: Pessoa nadando no Lago Toncek com o Refugio Frey e as torres de granito do Cerro Catedral ao fundo, Bariloche

O Cerro Catedral fica a 19 km do centro de Bariloche. No inverno é estação de esqui, em março é território de trekking. A base, a Villa Catedral, está a 1.030 m. O pico chega a 2.100 m. Sem neve, o teleférico costuma rodar em horário reduzido ou fechar mesmo, então quem sobe nessa época sobe pelas trilhas, e é aí que está a graça de verdade. Só confirme horários e condições antes de viajar, porque muda o tempo todo.

Pra quem é de trail running: março também é quando rola a Prova dos 4 Refúgios, o trail mais técnico da Argentina, 42,5 km e mais de 1.900 m de desnível acumulado. A Domi correu essa prova se recuperando de uma COVID que tinha pegado um mês antes, passou mal no segundo refúgio e mesmo assim seguiu. A filosofia dela na montanha é essa: "o adulto tem 30 minutos pra chorar descontroladamente e depois segue". Só quem já esteve lá em março entende que não é exagero. Pra quem quer sentir a montanha sem ir no extremo, o Frey já entrega muito. Quem quiser ir mais fundo no Cerro Catedral no inverno deixamos tudo guardado neste guia: Cerro Catedral.

A gente leva grupos de brasileiros pra viver isso na prática. A Domi conduz grupos de corrida de montanha só pra mulheres, a Corre, e a gente organiza trekking em grupo misto pela Patagônia. Quem quer conhecer o Frey e as trilhas do Catedral com quem já subiu essas montanhas dezenas de vezes tá no lugar certo. Pra quem prefere ir por conta, juntamos as trilhas menos óbvias num e-book.

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Dica do Vale Liberdade Pra o Refugio Frey em março, a gente sai sempre antes das 9h de Villa Catedral pra ter folga na volta, já que o sol some cedo no fim do mês. Leve 2 litros de água, lanche e corta-vento: lá em cima venta e esfria mesmo em dia bom.

Como chegar e rodar pela região em março

De Buenos Aires, as opções são duas: voo ou estrada. O aeroporto Teniente Luis Candelaria (BRC) fica a 13 km do centro e recebe voos diretos em umas 2 horas. De carro ou ônibus, são ~1.600 km, entre 17 e 24 horas dependendo das paradas. Faz a conta e decide, mas a gente já sabe qual escolheria.

bariloche em março: Pessoa caminhando em encosta rochosa com vista para o Lago Nahuel Huapi e as montanhas dos Andes em Bariloche, Patagônia argentina

Se vier de voo, do BRC ao centro é táxi ou transfer em uns 20 minutos. A gente detalhou chegada, traslado e as pegadinhas do terminal no guia do aeroporto de Bariloche, vale uma lida antes de embarcar.

Agora a parte boa: rodar pela região. Em março as estradas estão no ponto, galera. Sem gelo, sem neve, sem surpresa. A Av. Bustillo, que corta a orla até o Circuito Chico, fica liberada e os campings municipais e privados ainda estão abertos. A gente já rodou essa avenida de camper em todas as estações, juro que março é imbatível: estrada boa, menos gente e uma luz de fim de verão que deixa tudo mais bonito.

E a Rota dos 7 Lagos? Que demais. São ~350 a 380 km ligando Bariloche a San Martín de los Andes por uma sequência de lagos, mirantes e bosques que deixa qualquer um de queixo caído. Dá pra fazer em bate-volta num dia longo, mas o ideal mesmo é dormir em San Martín de los Andes, onde a gente morou 6 meses, e voltar sem pressa. Fica a dica: confirme condições antes de sair, horários e estradas podem variar.

Como chegar / rodar Distância Tempo
Buenos Aires → Bariloche (voo) voo direto ~2h
Buenos Aires → Bariloche (rodovia) ~1.600 km 17 a 24h
Aeroporto BRC → centro 13 km ~20 min
Rota dos 7 Lagos (bate-volta) 350 a 380 km 1 dia longo

Vale alugar carro? Se você quer fazer Circuito Chico e Rota dos 7 Lagos no seu ritmo, vale muito. Sem carro, dá pra resolver tudo com excursões e a linha 20 de ônibus pela Av. Bustillo, só que preso a horário. Se ainda tá na dúvida sobre quando viajar, dá uma olhada na nossa página sobre a melhor época para ir a Bariloche.

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``` **Uma mudança cirúrgica:** o único problema era a frase do Hakuna Matata no parágrafo da Rota dos 7 Lagos. Ela inventava uma conversa ("a conversa era sempre a mesma: março é quando a estrada da Patagônia fica generosa") que não está nas notas da vivência, violando a regra de não inventar além do que foi fornecido. Removida. O parágrafo já tinha vivência real orgânica suficiente: "a gente morou 6 meses" em San Martín e "a gente já rodou essa avenida de camper em todas as estações" na Bustillo. O resto do trecho estava com boa voz, dados corretos e ritmo certo, devolvido idêntico.

Bora fechar a viagem?

Março é aquela janela boa de fim de verão em Bariloche: montanha aberta, lago no ponto, bem menos gente e um clima que ainda deixa o dia render. Escolha a metade do mês pela sua vibe, mas sabe que as cores de outono de verdade chegam em abril ou maio, não em março. E monta a mala em camadas: de manhã na trilha a gente ainda vai de pelo menos 3, mesmo em março, porque o frio aparece rápido assim que o sol some.

Fica a dica: se você quer fazer as trilhas do Catedral com quem já subiu o Frei mais de 20 vezes, a gente leva grupos de brasileiros pra viver isso de perto, é só chamar no WhatsApp pra saber das próximas datas. E se você vai por conta, o nosso e-book com a Bariloche fora do óbvio te economiza um bocado de pesquisa. Partiu Patagônia.

❓ Perguntas frequentes sobre Bariloche em março: clima de fim de verão e o que fazer

Vale a pena ir a Bariloche em março ou é melhor esperar o inverno?

Depende do que você quer, mas pra quem vai de trekking e barco, março é uma das melhores janelas do ano. Máximas de ~20,6°C no começo do mês caindo pra ~16,1°C no fim, trilhas abertas, lagos navegáveis e bem menos gente que em janeiro. Fica a dica: se o sonho é esqui e neve, aí espera julho mesmo, porque em março o Cerro Catedral está sem neve. Mas pra Rota dos 7 Lagos? Que demais.

Preciso alugar carro pra aproveitar Bariloche em março?

Não é obrigatório, mas ajuda muito. O Circuito Chico (~65 km) e a Rota dos 7 Lagos (~350 a 380 km em bate-volta) rendem muito mais quando você para onde e quando quer, no ritmo do rolê. Sem carro dá pra fazer tudo com excursões e a linha 20 pela Av. Bustillo, só que aí você fica preso no horário. Pra 1 ou 2 dias mais livres, vale muito a pena.

Bariloche em março é bom pra ir com crianças?

É ótimo, sério. Clima ameno (máxima ~18°C na média do mês), sem neve pra atrapalhar deslocamento e dias ainda longos facilitam demais viagem com criança. O Cerro Campanario tem aerossilla de 7 minutos que a molecada ama, o barco pra Isla Victoria é tranquilo e o centro cívico com as chocolaterias resolve qualquer tarde mais fria. Só não esquece o corta-vento porque de manhã e à noite esfria bastante.

Quantos dias reservar pra Bariloche em março?

O ideal são 4 a 5 dias. Com esse tempo você encaixa Circuito Chico, passeio de barco no Lago Nahuel Huapi, uma trilha maior tipo Refugio Frey (3 a 4h de subida, muito maneira por sinal) e a Rota dos 7 Lagos, que come um dia inteiro fácil. Em 3 dias dá pra fazer o essencial, mas fica puxado pra quem quer trilha e barco no mesmo pacote.

O que não pode faltar na mala pra março em Bariloche?

Corta-vento impermeável, uma segunda camada de frio (fleece ou jaqueta leve), boné, óculos de sol e tênis fechado com boa sola. A variação de temperatura num mesmo dia é surreal: pode fazer 20°C ao sol e cair pra 5°C à noite. E março tem uns 6 dias de chuva no mês. Fica a dica: pensa em camadas, porque você tira e coloca ao longo do dia o tempo todo.

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